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7º Passeio Ciclístico a Aparecida
do Norte.
Paraíba do Sul, 08 de Outubro de 2010
Ao Eterno Ciclista Adevanir
Agradecimentos
A Deus por ter nos amparado do
inicio ao fim de nossa jornada.
Ao Adevanir, que mais uma vez foi um exemplo de
amor ao ciclismo e ao esporte em geral, um exemplo
a ser seguido por muitas e muitas gerações.
A Diretoria do Grupo Sul Paraibano de Ciclista,
em especial ao Gardel, pela paciência, sabedoria
e equilíbrio para com todos nós.
A Todos os ciclistas que foram a esse passeio,
que sem cada um de nós jamais seriamos
esse grupo maravilhoso.
A Rose, primeira ciclista a ir de Paraíba
do Sul a Aparecida o seu pioneirismo será
lembrado eternamente.
A Todos os patrocinadores deste ano e dos anos
anteriores.
Ao Cezar, Bené e Jorge Budega pela paciência
e amor ao grupo.
Ao Serginho (Londrina Móveis) pelo apoio.
Se faltei citar alguém mil desculpas.
• Peço desculpas
pelos erros de Português desse relatório,
e pela omissão de alguns fatos, esse ano
não tive com entrar em muitos detalhes
o grupo era grande e os personagens diversos.
Eram 06:00 da manhã do
dia 08/10/2010 e lá estavam quase todos.
Esse passeio pelo que se podia ver estava realmente
para ser marcante, porque não dizer inesquecível,
tinha até tema: “Homenagem ao Eterno
Ciclista Adevanir”, mas para quem realmente
conhece estava mais para a “Corrida Maluca”.
O numero de participantes era recorde (20) incluindo
uma mulher a Rose de Levy Gasparian que veio com
seu marido, 2 carros de apoio, tudo era grandioso,
2 motoristas Jorge e Bené veteranos no
apoio , o cinegrafista Cesinha estava lá
também para cobrir mais essa (Viagem, aventura,
passeio, corrida ou sei lá o que ?), o
presidente do grupo Sr. Gardel estava mais perdido
que cego em tiroteio era um tal de andar para
cá para lá, mais se via no semblante
dele alegria contagiante dos anos anteriores,
ai perguntei ao mesmo onde estava minha camisa
ele falou um porção de coisa que
não entendi e por fim falou: pega essa
do 50 e se vira, brincadeira, tirou a camisa do
50 que modelo PP e logo eu que pedi uma GG, brincadeira,
mais fazer o quê brigar com presidente?
Nessa hora não seria aconselhável
, o Idio era só felicidade afinal ser afilhado
do presidente não é para qualquer
um, quem estava preocupado mesmo era o João
Sales, até aquele momento os seus sobrinhos
de Leopoldina não tinha chegado, o mesmo
ficava se questionando onde estão esses
2 malucos que não chegam , para variar
o João estava com o seu o short do Botafogo,
que levou um questionamento de um passante, que
perguntou se o pessoal ia para Aparecida ou para
o Engenhão, afinal estavam quase todos
de short preto com o camisa oficial do Grupo,
o Valcir Gouvêia, vulgo roliço estava
muito confiante e o cinquentinha grande veterano
do grupo esbanjando sua eterna simpatia, o Rafael
para variar já estava preocupado com a
hora do almoço sem antes dar um única
pedalada, lá vi pela primeira vez o Fernando
famoso ciclista de Levy, Bebeto trouxe quase a
família todo, parecia que o mesmo ia ficar
um ano fora, tinha também o Guto de Avelar
(vulgo Celinho Brandão) com sua família.
Ao olhar mais criticamente para os lados pude
ver algo que não estava reconhecendo..
seria um pássaro, um avião, um disco
voador, um carro alegórico, o que seria
aquilo ?, fui observar de perto o que era e por
fim me falaram que era a bicicleta do Sr. Portugal,
tinha de tudo, na verdade não dá
para descrever a Bike do mesmo, só mesmo
um foto em tamanho natural para se ter noção
do que realmente é aquilo, só para
falar um pouco tinha 3 garrafas de água,
um suporte onde se tinha ataduras, mertiolate,
remédios para todos os fins, marcador de
pressão, capas para chuvas, na verdade
era um UTI MOVEL para qualquer situação
o cara era precavido mesmo, segundo cálculos
feitos por alguns ciclistas a Bike-UTI, pesava
aproximadamente 60 kg, outra bike que me chamou
foi a do Valdevino (Papo Amarelo), toda envenenada
e com a cor amarelinha, o Camarão estava
super tranqüilo sabia que para ele que é
organizador de uma da provas mais completas do
ciclismo de P.do Sul, o Circuto Inema x Werneck
x Inema, ir a Aparecida era café pequeno,
tinha também o Rógerio que é
de P.do Sul mais que Trabalha em Campinas e que
veio especialmente para o passeio. Quem estava
na maior ansiedade era o Ridelmo que participava
pela primeira vez, veio também um equipe
de TV para cobrir nossa partida o CANAL 5 DE TV,
que logo começaram a entrevistar o Maior
de todos os ciclista ali presente e grande homenageado
Adevanir, o Gardel aproveitou e tirou um casquinha
e deu uma entrevista também só Deus
sabe o que ele falou, o Idio já tinha socado
a porta da Igreja umas 10 vezes para ver se o
Frei acordava para abençoar os ciclista,
mais o esforço foi em vão, quem
puxou a oração foi o Frei Jorge
Butega rezamos o Pai nosso e uma Ave Maria, mais
mesmos assim não conseguimos sair, era
um tal de tirar foto, filmar, os carros de apoio
estavam abarrotados de equipamentos, o passeio
cada vez mais está ficando profissionalizado,
coisa da equipe de Ciclistas que se depender do
Gardel.. sei não.....
O Bené auto se proclamou Diretor de Transporte,
logística e suprimentos, e disse ainda
que já havia entrado em contato com a PRF,
a Aciona e a Dutra privatizações
que por onde o grupo passar a responsabilidade
daquele trecho estava sobre o seu comando, deixando
o Jorge Butega simplesmente perplexo e com um
certo ciúme, o mesmo Jorge disse: o Bené
é o Cara mesmo, e disse para si mesmo,
que pena eu não ter ido com ele nos passeios
anteriores.
Bem começamos nossa jornada, o clima estava
agradável isso ajudava afinal tínhamos
260 km pela frente, demos uma volta pela rodoviária,
e seguimos indo até o antigo Colégio
Sul fluminense. Já perto do hospital do
Povo a primeira parada, o Gardel disse: vamos
todos juntos para o cesinha nos filmar na saída
da cidade, creio que o Gardel estava mais preocupado
com os closes do que com o passeio em si, mais
é melhor deixar de lado e pedalar, enfim
pegamos o asfalto, logo o Idio viu uns pés
de amora e logo parou para comer dizendo que aquilo
era energia natural, ainda bem que ninguém
deu idéia para ele e todos seguimos, nossa
primeira parada foi em um posto em Andrade Pinto,
chegamos a uma lanchonete que tinha acabado de
abrir, logo foi aquele corre, corre era gente
indo para os carros de apoio pegar lanches uns
comendo pasteis que não se sabe de onde
vieram, o cara da lanchonete estava totalmente
desorientado tudo que ele tinha na vitrine foi
devorado em poucos minutos, o Rafael perguntou
se ele podia fazer um Pão com Ovo, coisa
impossível naquele momento. Entre Andrade
Pinto e Massambará aconteceu um fato misterioso
o Ridelmo apareceu com toda a sua perna ensangüentada,
será que uma mão misteriosa o empurrou
quando o mesmo ia parar a bicicleta no acostamento,
e logo surgiu um suspense: será obra de
quem isso ? ou foi falta de malícia do
Ciclista ? , na duvida comecei a rezar.
O sol começou a aparecer com força,
chegamos a Massambará sem novidades, uns
enchiam os pneus outros lanchavam e lá
esta o Cezinha, filmando a galera, começamos
a descobrir que o grupo estava dividido em 3 grupos
distintos os preparados os despreparados e os
sem preparo nenhum, não irei dizer que
são os componentes de cada grupo para não
ferir o ego de nenhum ciclista, mais que posso
dizer que a Rose (vulgo Penélope por causa
do nome da bicicleta dela esta no grupo dos preparados).
A subida de Massambará não foi fácil,
cada um subiu do jeito que deu era um tal de ciclista
bufando, para lá e para cá, mais
a marcha ia firme, na entrada de Vassouras o grupo
se reagrupou novamente, os comentários
eram enormes, o Rafael reclamou pela centésima
vez que o pessoal só iria parar para comer
em Volta Redonda, assim fez uma promessa que espero
não ouvir novamente: ano que vem irei trazer
uma marmita térmica, creio que a marmita
será do tamanho de uma bacia, o grupo dos
preparados já tinha chegado na entrada
de Vassouras. Com 30 minutos de frente tempo para
arrumar o pneu da Penolepe que já tinha
furado, e assim seguimos na subida do Belvedere
o Roliço sentiu uma pequena câimbra
mais mesmo assim seguiu firme só via as
cabeças empurrando suas bike, a puxada
era firme. No topo paramos mais um vez para fotografias
em frente a PRF, o Idio estava dando um show a
parte, parecia que o Sol tinha cozinhado os seu
poucos neurônios, quando chegou o ultimo
ciclista fomos direto a Lanchonete do Belvedere,
todos lancharam e trocaram idéias, mais
estava nítido grande parte do grupo estava
um bagaço só, o Rafael aproveitou
para acalmar um pouco a sua fúria alimentar,
seguimos então a reta final do primeiro
dia afinal ainda faltava uns bons 50 km, o Sol
não dava trégua mais finalmente
todos chegaram ao Borba Gato em Volta Redonda,
era aproximadamente 15:00 a primeira etapa estava
a 8 km do seu fim, Adevanir disse que ia no carro
de apoio, e logo eu Leonardo em solidariedade
a ele disse: Adevanir voce não ira só,
irei com você afinal e sou o assessor de
imprensa do grupo e não deixarei de cobrir
esse trajeto com o maior homenageado.
Todos chegaram a Hotel Avenida em Volta Redonda,
as recepcionistas piraram com tanta gente procurando
os seus quartos previamente agendados, por fim
sobrou o João que parecia que estava falando
grego com as atendentes, era um tal de falar de
e-mail, reservas, telefonemas.. mas no final deu
tudo certo.
Grande parte da equipe foi tomar umas geladas
em uma pastelaria em Volta Redonda, onde comemoramos
a vitória do primeiro dia, outros ficaram
no Hotel, jantamos e grande maioria foi dormir
cedo afinal era só o primeiro dia.
No café da manhã o Portugal deixou
o Rafael no chinelo simplesmente ele comeu 5 pães,
3 maças, 6 bananas 1 jarra de suco e uma
garrafa térmica de café com leite,
o mesmo disse era a sua média no seu café
da manhã em Avelar, só ver ele comer
muito já estavam todos satisfeitos, no
estacionamento do Hotel, ouve um pequeno incidente
onde uma vizinha reclamou do nosso barulho, porém
fizemos a nossas orações a cargo
do Frei Jorge Butega e seguimos rumo a Itatiaia.
Quem puxou a fila de Volta Redonda até
a entrada da Dutra foi o grande ciclista Cinquentinha,
que estava no maior gás, eu era o ultimo
da fila me poupando para a grande arrancada na
Dutra, diga-se de passagem pedalar na cidade de
Barra Mansa, corre-se muito perigo afinal pegamos
um trecho sem acostamento e com bastante trânsito,
e por fim chegamos a Dutra. Todos pararam e ouvimos
uma breve explanação do Gardel,
mais creio que poucos entenderam o que ele disse,
bem ai o bicho pegou mesmo, o grupo completamente
se desfragmentou, no inicio tinha subida, mais
com garra todos chegaram ao final da ultima com
muita energia. Na ultima subida a galera se reuniu
e o João disse para todos pararem em um
bar perto de Floriano, onde o pessoal iria entregar
a dona desse bar umas fotos do ano passado, (queria
lembrar também que o Gardel esse ano mandou
fazer uns adesivos do Grupo, que o mesmo colava
por onde passava, pela primeira fez o Gardel deve
uma idéia legal, demorou 7 anos para ele
fazer realmente algo produtivo), logo na primeira
descida ocorreu um incidente a bicicleta da Penelope
estava com pneu furado e do Valdivino também
– após uma curta apuração
foi concluído o que realmente aconteceu:
o Valdivino ao ser ultrapassado pela mesma se
sentiu ofendido (eu Valdivino ser ultrapassado
por uma mulher ? é ruim ?) quando ela passou
o mesmo pegou uma caixa de pregos e jogou na frente
da Bike dela, furando os 2 pneus da mesma, só
que como ele vinha logo atrás uns dos pregos
atingiu sua própria Bike, esse Valdivino
não é fácil não, ali
eles perderam bons 30 minutos, mas o Valdivino
vulgo Dike Vigarista e não ainda satisfeito,
minutos após consertar sua Bike, viu que
o Walcir (Roliço), estava na sua frente,
provocou uma batida, fazendo que o Roliço
rolasse junto ao Asfalto várias vezes ..
Valdivino mais uma vez se mostrou um Ciclista
sem coração e compaixão com
o grupo, o negócio dele era chegar em primeiro
custe o que custar.
O grupo parou no bar em Floriano, porém
o mesmo já não é mais do
mesmo dono e sim alguns Km’s a frente, chegando
lá mais um seção de fotos,
pela qual o Presidente Gardel aproveitou para
fazer um emocionado discurso, que poucos ouviram
(Creio que só o Idio e o Tesoureiro João).
Segui em frente afinal não podia perder
a chance de chegar em 1º em Itatiaia, neste
trajeto João passou por um sufoco quase
foi atropelado por um caminhão perto de
Rezende porém foi só um susto, quero
ressaltar que após horas de pedaladas a
vezes perdemos realmente um pouco da noção
da estrada isso é sério mesmo, só
Deus para olhar por nós nesse momento.
Bem estava a poucos Km’s de Itatiaia mais
precisamente 2 Km’s e com um dianteira de
30 minutos, quando inocentemente parei para beber
uma água, no ponto de apoio da Dutra, quando
vi passar o sobrinho do João, cumprimentei
o mesmo, mais mal sabia que o mesmo tinha jogado
uma caixa de taxinhas na pista, e quando pude
perceber o meu pneu já estava furado, pude
apurar depois que isso foi a mando do João
Botafoguense, num ato de pura maldade, ali acabava
para mim a segunda estapa da corrida, tive que
esperar por 20 minutos o carro de apoio... como
diz o Idio vida que segue....
Chegamos todos em Itatiaia, fomos direto para
a famosa pousada Casa Amarela, fomos recepcionados
por uma festiva comissão de mais de 5 mil
mosquitos (Todas as espécies estavam representadas
(Malária, Dengue e não podia faltar
pelo nome da pousada o da Febre Amarela), perguntei
ao Dono da pousada? Qual era o meu quarto e o
mesmo disse: é só procurar um cama,
todos os quartos estão abertos, beleza
mais pude observar que não era bem assim,
porque o João Sales, tinha um só
para ele, e adivinha quem tinha um só quarto
para eles..... O Gardel, e o.....................Idio
é claro, (Diretoria é outra coisa),
o resto era um verdadeiro Brasil, logo me acomodei
em um Quarto onde estava o Rogério que
depois também veio a ser ocupado pelo Bené.
Todos tomaram banho e fomos tomar umas cervejas
em um Trailer perto da pousada, a festa estava
completa todos alegres e comentando detalhes da
etapa de Volta Redonda a Itatiaia, quando estavam
todos reunidos o Idio tentou dar um golpe de estado:
alto se proclamou o novo Presidente do Grupo,
e já me oferecendo a vice-presidência,
ai o Gardel logo se manifestou disse para o próprio:
hoje a noite você vai conhecer quem é
o PRESIDENTE mesmo, bem, é melhor nem saber
o que ocorreu com o Idio naquela noite.
A grande maioria preferiu ir na churrascaria,
porém outros preferiram ir em outro local
para almoçar, na churrascaria foi uma festa
só não tenho como descrever o que
o Rafael e o Portugal fizeram nessa churrascaria,
o João logo tomou frente no controle da
cervejada, que por fim terminou com aquela confusãozinha
básica, mais isso faz parte.
Ao chegar na pousada, observamos que o Valdivino
estava muito inquieto choramingando pelo cantos
que sua Bike estava com problemas no pneu, ele
atravessou a passarela que levava a cidade de
Itatiaia umas 10 vezes para por fim achar um pneu
para colocar na bicicleta, fez juras de ódio
a sua bike amarelinha, duro foi o Bebeto ter que
ouvir isso.
O Fernando no agraciou com um show de mágica
muito legal, que deixou todos intrigados, simpatia
também era o Guto que assistia a tudo com
a maior tranqüilidade.
Mais quem trabalhou mesmo foi o Bebeto, que teve
que colar o pneu da minha Bike o mesmo depois
me relatou que tirou 26 taxinhas da mesma, num
dos atos de maior sabotagem ocorridos até
ali, meu muito obrigado Bebeto.
Enquanto a maioria dormia, eu e camarão
fomos comprar um baralho, para jogar um buraco,
formamos uma mesa, a dupla era Leonardo e Rogério
X Jorge Butega e Camarão, o jogo estava
meio confuso era um tal de misturar regras do
Jorge, do Camarão, minha e do Rogério
mais por final eu e Rogério vencemos a
queda de 3000, por fim fomos descansar um pouco,
a noite um parte do grupo foi fazer lanches perto
da pousada outro ainda tinha disposição
para tomar uma cervejas, e o Camarão e
o Jorge, com sede de forra chamou novamente eu
e o Rogério para mais um queda de buraco,
onde novamente eles perderam e o Jorge perguntou
se o Camarão era Gari, porque só
pegava o lixo da Mesa.
Na hora de dormir no meu quarto quase houve um
incidente, eu Rogério estamos prontos para
dormir, mais o Bené insistia em ver televisão
por pouco não foi expulso do quarto.
Acordamos e o Domingo prometia uma ótima
etapa, tempo bom, o café da manhã
foi tranqüilo o Rafael e o Portugal comeram
a metade do que se tinha na mesa, o resto foi
dividido pelo grupo inteiro.
O Adevanir falou comigo: Leo irei apenas até
a divisa com SP, eu disse tudo bem, mais o Sr.
Avisa ao grupo que eu como assessor de imprensa
terei que lhe acompanhar no carro de apoio, chegamos
finalmente a divisa, ai o mesmo já me apunhalou
pela costa pela primeira vez, Léo mudei
de Idéia irei até Queluz, bem dei
a ele um voto de confiança, chegando em
Queluz, o mesmo disse que iria aliviar a minha
barra perante ao grupo simplesmente disse: Léo
você para mim é problema seu, eu
irei no carro de apoio, bem por um questão
profissional fui com ele mesmo contrariado.
No carro de apoio pude observar a dificuldade
que se tem de acompanhar o grupo no carro, sempre
tem que ir devagar, e prestar muita atenção
no que ocorre em sua volta, senti na pele o que
é o trabalho do motorista de carro de apoio
- é um Saco – só por amor
mesmo.
O Pessoal estava andando bem mesmo, segundo o
Gardel a velocidade média era de 25 Km’s
por hora, um recorde.
Por fim chegamos no posto Graal a uns 15 Km’s
de Aparecida, nossa ultima parada até o
final da grande aventura, fotos, filmagens de
praxe, o Devanir se juntou ao grupo dali, eu fiquei
no carro de apoio, quero deixar bem claro que
sai do carro de apoio a apenas algum Km’s
dali, e que Bené me castigou me colocando
no inicio de uma grande subida.
Bem chegamos enfim a Aparecida na entrada todos
estavam juntos, fomos direto para a Basílica
de nossa Senhora Aparecida, tiramos fotos, nos
cumprimentamos, estamos radiantes de felicidades,
era possível ver no semblante de todos
o ar da vitória desta grande conquista.
Passamos em frente da imagem de Nossa Senhora
com nossa bikes, e por fomos colocar nossas Bike’s
no caminhão da Londrina Móveis,
que veio pilotado pelo Sérgio (Londrina)
que apesar de não poder ter ido pedalando
foi muito gentil e companheiro em nos prestar
esse grande apoio.
Logo fomos para os respectivos hotéis e
pousadas agendadas pelo Gardel, para variar o
Idio e o Gardel foram para a suíte presidencial
do Hotel Colorado, o mais caro e melhor situado,
os demais foram literalmente jogados a própria
sorte nas pousadas em volta.
O Idio ficou responsável para organizar
um churrasco na pousada Roma, enquanto estávamos
todos tranqüilos afinal um churrasco organizado
pelo próprio com o Norral Idio Lelis ia
ser 10, mais houve o problema de ultima hora e
o mesmo transferiu toda a responsabilidade pára
o Cinquenta que ficou P. da vida, ele logo rolou
a bola para o Bené, bem no final deu tudo
certo.
A noite no churrasco o Gardel fez uma bela homenagem
ao maior de todos os ciclistas de Paraíba
do Sul, e eu como assessor de imprensa do Grupo
disse algumas palavras enaltecendo a Vida do Sr.
Adevanir e de todos os Ciclistas, pela nossa grande
conquista.
Foi realmente uma noite festiva e que fechou com
chave de ouro nossa Vitória.
Creio que para muitos ir a Aparecida será
um marco eterno em sua vida....
Como diz um trecho de uma grande canção
“o importante e que emoções
eu vivi”
Obrigado a Todos.
Leonardo da Fonseca Barros.
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