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Site atualizado em: 21/06/2011
 
 
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Diário do Léo
 


7º Passeio Ciclístico a Aparecida do Norte.
Paraíba do Sul, 08 de Outubro de 2010

Ao Eterno Ciclista Adevanir
Agradecimentos

A Deus por ter nos amparado do inicio ao fim de nossa jornada.
Ao Adevanir, que mais uma vez foi um exemplo de amor ao ciclismo e ao esporte em geral, um exemplo a ser seguido por muitas e muitas gerações.
A Diretoria do Grupo Sul Paraibano de Ciclista, em especial ao Gardel, pela paciência, sabedoria e equilíbrio para com todos nós.
A Todos os ciclistas que foram a esse passeio, que sem cada um de nós jamais seriamos esse grupo maravilhoso.
A Rose, primeira ciclista a ir de Paraíba do Sul a Aparecida o seu pioneirismo será lembrado eternamente.
A Todos os patrocinadores deste ano e dos anos anteriores.
Ao Cezar, Bené e Jorge Budega pela paciência e amor ao grupo.
Ao Serginho (Londrina Móveis) pelo apoio.
Se faltei citar alguém mil desculpas.

• Peço desculpas pelos erros de Português desse relatório, e pela omissão de alguns fatos, esse ano não tive com entrar em muitos detalhes o grupo era grande e os personagens diversos.

Eram 06:00 da manhã do dia 08/10/2010 e lá estavam quase todos. Esse passeio pelo que se podia ver estava realmente para ser marcante, porque não dizer inesquecível, tinha até tema: “Homenagem ao Eterno Ciclista Adevanir”, mas para quem realmente conhece estava mais para a “Corrida Maluca”. O numero de participantes era recorde (20) incluindo uma mulher a Rose de Levy Gasparian que veio com seu marido, 2 carros de apoio, tudo era grandioso, 2 motoristas Jorge e Bené veteranos no apoio , o cinegrafista Cesinha estava lá também para cobrir mais essa (Viagem, aventura, passeio, corrida ou sei lá o que ?), o presidente do grupo Sr. Gardel estava mais perdido que cego em tiroteio era um tal de andar para cá para lá, mais se via no semblante dele alegria contagiante dos anos anteriores, ai perguntei ao mesmo onde estava minha camisa ele falou um porção de coisa que não entendi e por fim falou: pega essa do 50 e se vira, brincadeira, tirou a camisa do 50 que modelo PP e logo eu que pedi uma GG, brincadeira, mais fazer o quê brigar com presidente? Nessa hora não seria aconselhável , o Idio era só felicidade afinal ser afilhado do presidente não é para qualquer um, quem estava preocupado mesmo era o João Sales, até aquele momento os seus sobrinhos de Leopoldina não tinha chegado, o mesmo ficava se questionando onde estão esses 2 malucos que não chegam , para variar o João estava com o seu o short do Botafogo, que levou um questionamento de um passante, que perguntou se o pessoal ia para Aparecida ou para o Engenhão, afinal estavam quase todos de short preto com o camisa oficial do Grupo, o Valcir Gouvêia, vulgo roliço estava muito confiante e o cinquentinha grande veterano do grupo esbanjando sua eterna simpatia, o Rafael para variar já estava preocupado com a hora do almoço sem antes dar um única pedalada, lá vi pela primeira vez o Fernando famoso ciclista de Levy, Bebeto trouxe quase a família todo, parecia que o mesmo ia ficar um ano fora, tinha também o Guto de Avelar (vulgo Celinho Brandão) com sua família. Ao olhar mais criticamente para os lados pude ver algo que não estava reconhecendo.. seria um pássaro, um avião, um disco voador, um carro alegórico, o que seria aquilo ?, fui observar de perto o que era e por fim me falaram que era a bicicleta do Sr. Portugal, tinha de tudo, na verdade não dá para descrever a Bike do mesmo, só mesmo um foto em tamanho natural para se ter noção do que realmente é aquilo, só para falar um pouco tinha 3 garrafas de água, um suporte onde se tinha ataduras, mertiolate, remédios para todos os fins, marcador de pressão, capas para chuvas, na verdade era um UTI MOVEL para qualquer situação o cara era precavido mesmo, segundo cálculos feitos por alguns ciclistas a Bike-UTI, pesava aproximadamente 60 kg, outra bike que me chamou foi a do Valdevino (Papo Amarelo), toda envenenada e com a cor amarelinha, o Camarão estava super tranqüilo sabia que para ele que é organizador de uma da provas mais completas do ciclismo de P.do Sul, o Circuto Inema x Werneck x Inema, ir a Aparecida era café pequeno, tinha também o Rógerio que é de P.do Sul mais que Trabalha em Campinas e que veio especialmente para o passeio. Quem estava na maior ansiedade era o Ridelmo que participava pela primeira vez, veio também um equipe de TV para cobrir nossa partida o CANAL 5 DE TV, que logo começaram a entrevistar o Maior de todos os ciclista ali presente e grande homenageado Adevanir, o Gardel aproveitou e tirou um casquinha e deu uma entrevista também só Deus sabe o que ele falou, o Idio já tinha socado a porta da Igreja umas 10 vezes para ver se o Frei acordava para abençoar os ciclista, mais o esforço foi em vão, quem puxou a oração foi o Frei Jorge Butega rezamos o Pai nosso e uma Ave Maria, mais mesmos assim não conseguimos sair, era um tal de tirar foto, filmar, os carros de apoio estavam abarrotados de equipamentos, o passeio cada vez mais está ficando profissionalizado, coisa da equipe de Ciclistas que se depender do Gardel.. sei não.....
O Bené auto se proclamou Diretor de Transporte, logística e suprimentos, e disse ainda que já havia entrado em contato com a PRF, a Aciona e a Dutra privatizações que por onde o grupo passar a responsabilidade daquele trecho estava sobre o seu comando, deixando o Jorge Butega simplesmente perplexo e com um certo ciúme, o mesmo Jorge disse: o Bené é o Cara mesmo, e disse para si mesmo, que pena eu não ter ido com ele nos passeios anteriores.
Bem começamos nossa jornada, o clima estava agradável isso ajudava afinal tínhamos 260 km pela frente, demos uma volta pela rodoviária, e seguimos indo até o antigo Colégio Sul fluminense. Já perto do hospital do Povo a primeira parada, o Gardel disse: vamos todos juntos para o cesinha nos filmar na saída da cidade, creio que o Gardel estava mais preocupado com os closes do que com o passeio em si, mais é melhor deixar de lado e pedalar, enfim pegamos o asfalto, logo o Idio viu uns pés de amora e logo parou para comer dizendo que aquilo era energia natural, ainda bem que ninguém deu idéia para ele e todos seguimos, nossa primeira parada foi em um posto em Andrade Pinto, chegamos a uma lanchonete que tinha acabado de abrir, logo foi aquele corre, corre era gente indo para os carros de apoio pegar lanches uns comendo pasteis que não se sabe de onde vieram, o cara da lanchonete estava totalmente desorientado tudo que ele tinha na vitrine foi devorado em poucos minutos, o Rafael perguntou se ele podia fazer um Pão com Ovo, coisa impossível naquele momento. Entre Andrade Pinto e Massambará aconteceu um fato misterioso o Ridelmo apareceu com toda a sua perna ensangüentada, será que uma mão misteriosa o empurrou quando o mesmo ia parar a bicicleta no acostamento, e logo surgiu um suspense: será obra de quem isso ? ou foi falta de malícia do Ciclista ? , na duvida comecei a rezar.
O sol começou a aparecer com força, chegamos a Massambará sem novidades, uns enchiam os pneus outros lanchavam e lá esta o Cezinha, filmando a galera, começamos a descobrir que o grupo estava dividido em 3 grupos distintos os preparados os despreparados e os sem preparo nenhum, não irei dizer que são os componentes de cada grupo para não ferir o ego de nenhum ciclista, mais que posso dizer que a Rose (vulgo Penélope por causa do nome da bicicleta dela esta no grupo dos preparados).
A subida de Massambará não foi fácil, cada um subiu do jeito que deu era um tal de ciclista bufando, para lá e para cá, mais a marcha ia firme, na entrada de Vassouras o grupo se reagrupou novamente, os comentários eram enormes, o Rafael reclamou pela centésima vez que o pessoal só iria parar para comer em Volta Redonda, assim fez uma promessa que espero não ouvir novamente: ano que vem irei trazer uma marmita térmica, creio que a marmita será do tamanho de uma bacia, o grupo dos preparados já tinha chegado na entrada de Vassouras. Com 30 minutos de frente tempo para arrumar o pneu da Penolepe que já tinha furado, e assim seguimos na subida do Belvedere o Roliço sentiu uma pequena câimbra mais mesmo assim seguiu firme só via as cabeças empurrando suas bike, a puxada era firme. No topo paramos mais um vez para fotografias em frente a PRF, o Idio estava dando um show a parte, parecia que o Sol tinha cozinhado os seu poucos neurônios, quando chegou o ultimo ciclista fomos direto a Lanchonete do Belvedere, todos lancharam e trocaram idéias, mais estava nítido grande parte do grupo estava um bagaço só, o Rafael aproveitou para acalmar um pouco a sua fúria alimentar, seguimos então a reta final do primeiro dia afinal ainda faltava uns bons 50 km, o Sol não dava trégua mais finalmente todos chegaram ao Borba Gato em Volta Redonda, era aproximadamente 15:00 a primeira etapa estava a 8 km do seu fim, Adevanir disse que ia no carro de apoio, e logo eu Leonardo em solidariedade a ele disse: Adevanir voce não ira só, irei com você afinal e sou o assessor de imprensa do grupo e não deixarei de cobrir esse trajeto com o maior homenageado.
Todos chegaram a Hotel Avenida em Volta Redonda, as recepcionistas piraram com tanta gente procurando os seus quartos previamente agendados, por fim sobrou o João que parecia que estava falando grego com as atendentes, era um tal de falar de e-mail, reservas, telefonemas.. mas no final deu tudo certo.
Grande parte da equipe foi tomar umas geladas em uma pastelaria em Volta Redonda, onde comemoramos a vitória do primeiro dia, outros ficaram no Hotel, jantamos e grande maioria foi dormir cedo afinal era só o primeiro dia.
No café da manhã o Portugal deixou o Rafael no chinelo simplesmente ele comeu 5 pães, 3 maças, 6 bananas 1 jarra de suco e uma garrafa térmica de café com leite, o mesmo disse era a sua média no seu café da manhã em Avelar, só ver ele comer muito já estavam todos satisfeitos, no estacionamento do Hotel, ouve um pequeno incidente onde uma vizinha reclamou do nosso barulho, porém fizemos a nossas orações a cargo do Frei Jorge Butega e seguimos rumo a Itatiaia.
Quem puxou a fila de Volta Redonda até a entrada da Dutra foi o grande ciclista Cinquentinha, que estava no maior gás, eu era o ultimo da fila me poupando para a grande arrancada na Dutra, diga-se de passagem pedalar na cidade de Barra Mansa, corre-se muito perigo afinal pegamos um trecho sem acostamento e com bastante trânsito, e por fim chegamos a Dutra. Todos pararam e ouvimos uma breve explanação do Gardel, mais creio que poucos entenderam o que ele disse, bem ai o bicho pegou mesmo, o grupo completamente se desfragmentou, no inicio tinha subida, mais com garra todos chegaram ao final da ultima com muita energia. Na ultima subida a galera se reuniu e o João disse para todos pararem em um bar perto de Floriano, onde o pessoal iria entregar a dona desse bar umas fotos do ano passado, (queria lembrar também que o Gardel esse ano mandou fazer uns adesivos do Grupo, que o mesmo colava por onde passava, pela primeira fez o Gardel deve uma idéia legal, demorou 7 anos para ele fazer realmente algo produtivo), logo na primeira descida ocorreu um incidente a bicicleta da Penelope estava com pneu furado e do Valdivino também – após uma curta apuração foi concluído o que realmente aconteceu: o Valdivino ao ser ultrapassado pela mesma se sentiu ofendido (eu Valdivino ser ultrapassado por uma mulher ? é ruim ?) quando ela passou o mesmo pegou uma caixa de pregos e jogou na frente da Bike dela, furando os 2 pneus da mesma, só que como ele vinha logo atrás uns dos pregos atingiu sua própria Bike, esse Valdivino não é fácil não, ali eles perderam bons 30 minutos, mas o Valdivino vulgo Dike Vigarista e não ainda satisfeito, minutos após consertar sua Bike, viu que o Walcir (Roliço), estava na sua frente, provocou uma batida, fazendo que o Roliço rolasse junto ao Asfalto várias vezes .. Valdivino mais uma vez se mostrou um Ciclista sem coração e compaixão com o grupo, o negócio dele era chegar em primeiro custe o que custar.
O grupo parou no bar em Floriano, porém o mesmo já não é mais do mesmo dono e sim alguns Km’s a frente, chegando lá mais um seção de fotos, pela qual o Presidente Gardel aproveitou para fazer um emocionado discurso, que poucos ouviram (Creio que só o Idio e o Tesoureiro João). Segui em frente afinal não podia perder a chance de chegar em 1º em Itatiaia, neste trajeto João passou por um sufoco quase foi atropelado por um caminhão perto de Rezende porém foi só um susto, quero ressaltar que após horas de pedaladas a vezes perdemos realmente um pouco da noção da estrada isso é sério mesmo, só Deus para olhar por nós nesse momento.
Bem estava a poucos Km’s de Itatiaia mais precisamente 2 Km’s e com um dianteira de 30 minutos, quando inocentemente parei para beber uma água, no ponto de apoio da Dutra, quando vi passar o sobrinho do João, cumprimentei o mesmo, mais mal sabia que o mesmo tinha jogado uma caixa de taxinhas na pista, e quando pude perceber o meu pneu já estava furado, pude apurar depois que isso foi a mando do João Botafoguense, num ato de pura maldade, ali acabava para mim a segunda estapa da corrida, tive que esperar por 20 minutos o carro de apoio... como diz o Idio vida que segue....
Chegamos todos em Itatiaia, fomos direto para a famosa pousada Casa Amarela, fomos recepcionados por uma festiva comissão de mais de 5 mil mosquitos (Todas as espécies estavam representadas (Malária, Dengue e não podia faltar pelo nome da pousada o da Febre Amarela), perguntei ao Dono da pousada? Qual era o meu quarto e o mesmo disse: é só procurar um cama, todos os quartos estão abertos, beleza mais pude observar que não era bem assim, porque o João Sales, tinha um só para ele, e adivinha quem tinha um só quarto para eles..... O Gardel, e o.....................Idio é claro, (Diretoria é outra coisa), o resto era um verdadeiro Brasil, logo me acomodei em um Quarto onde estava o Rogério que depois também veio a ser ocupado pelo Bené. Todos tomaram banho e fomos tomar umas cervejas em um Trailer perto da pousada, a festa estava completa todos alegres e comentando detalhes da etapa de Volta Redonda a Itatiaia, quando estavam todos reunidos o Idio tentou dar um golpe de estado: alto se proclamou o novo Presidente do Grupo, e já me oferecendo a vice-presidência, ai o Gardel logo se manifestou disse para o próprio: hoje a noite você vai conhecer quem é o PRESIDENTE mesmo, bem, é melhor nem saber o que ocorreu com o Idio naquela noite.
A grande maioria preferiu ir na churrascaria, porém outros preferiram ir em outro local para almoçar, na churrascaria foi uma festa só não tenho como descrever o que o Rafael e o Portugal fizeram nessa churrascaria, o João logo tomou frente no controle da cervejada, que por fim terminou com aquela confusãozinha básica, mais isso faz parte.
Ao chegar na pousada, observamos que o Valdivino estava muito inquieto choramingando pelo cantos que sua Bike estava com problemas no pneu, ele atravessou a passarela que levava a cidade de Itatiaia umas 10 vezes para por fim achar um pneu para colocar na bicicleta, fez juras de ódio a sua bike amarelinha, duro foi o Bebeto ter que ouvir isso.
O Fernando no agraciou com um show de mágica muito legal, que deixou todos intrigados, simpatia também era o Guto que assistia a tudo com a maior tranqüilidade.
Mais quem trabalhou mesmo foi o Bebeto, que teve que colar o pneu da minha Bike o mesmo depois me relatou que tirou 26 taxinhas da mesma, num dos atos de maior sabotagem ocorridos até ali, meu muito obrigado Bebeto.
Enquanto a maioria dormia, eu e camarão fomos comprar um baralho, para jogar um buraco, formamos uma mesa, a dupla era Leonardo e Rogério X Jorge Butega e Camarão, o jogo estava meio confuso era um tal de misturar regras do Jorge, do Camarão, minha e do Rogério mais por final eu e Rogério vencemos a queda de 3000, por fim fomos descansar um pouco, a noite um parte do grupo foi fazer lanches perto da pousada outro ainda tinha disposição para tomar uma cervejas, e o Camarão e o Jorge, com sede de forra chamou novamente eu e o Rogério para mais um queda de buraco, onde novamente eles perderam e o Jorge perguntou se o Camarão era Gari, porque só pegava o lixo da Mesa.
Na hora de dormir no meu quarto quase houve um incidente, eu Rogério estamos prontos para dormir, mais o Bené insistia em ver televisão por pouco não foi expulso do quarto.
Acordamos e o Domingo prometia uma ótima etapa, tempo bom, o café da manhã foi tranqüilo o Rafael e o Portugal comeram a metade do que se tinha na mesa, o resto foi dividido pelo grupo inteiro.
O Adevanir falou comigo: Leo irei apenas até a divisa com SP, eu disse tudo bem, mais o Sr. Avisa ao grupo que eu como assessor de imprensa terei que lhe acompanhar no carro de apoio, chegamos finalmente a divisa, ai o mesmo já me apunhalou pela costa pela primeira vez, Léo mudei de Idéia irei até Queluz, bem dei a ele um voto de confiança, chegando em Queluz, o mesmo disse que iria aliviar a minha barra perante ao grupo simplesmente disse: Léo você para mim é problema seu, eu irei no carro de apoio, bem por um questão profissional fui com ele mesmo contrariado.
No carro de apoio pude observar a dificuldade que se tem de acompanhar o grupo no carro, sempre tem que ir devagar, e prestar muita atenção no que ocorre em sua volta, senti na pele o que é o trabalho do motorista de carro de apoio - é um Saco – só por amor mesmo.
O Pessoal estava andando bem mesmo, segundo o Gardel a velocidade média era de 25 Km’s por hora, um recorde.
Por fim chegamos no posto Graal a uns 15 Km’s de Aparecida, nossa ultima parada até o final da grande aventura, fotos, filmagens de praxe, o Devanir se juntou ao grupo dali, eu fiquei no carro de apoio, quero deixar bem claro que sai do carro de apoio a apenas algum Km’s dali, e que Bené me castigou me colocando no inicio de uma grande subida.
Bem chegamos enfim a Aparecida na entrada todos estavam juntos, fomos direto para a Basílica de nossa Senhora Aparecida, tiramos fotos, nos cumprimentamos, estamos radiantes de felicidades, era possível ver no semblante de todos o ar da vitória desta grande conquista.
Passamos em frente da imagem de Nossa Senhora com nossa bikes, e por fomos colocar nossas Bike’s no caminhão da Londrina Móveis, que veio pilotado pelo Sérgio (Londrina) que apesar de não poder ter ido pedalando foi muito gentil e companheiro em nos prestar esse grande apoio.
Logo fomos para os respectivos hotéis e pousadas agendadas pelo Gardel, para variar o Idio e o Gardel foram para a suíte presidencial do Hotel Colorado, o mais caro e melhor situado, os demais foram literalmente jogados a própria sorte nas pousadas em volta.
O Idio ficou responsável para organizar um churrasco na pousada Roma, enquanto estávamos todos tranqüilos afinal um churrasco organizado pelo próprio com o Norral Idio Lelis ia ser 10, mais houve o problema de ultima hora e o mesmo transferiu toda a responsabilidade pára o Cinquenta que ficou P. da vida, ele logo rolou a bola para o Bené, bem no final deu tudo certo.
A noite no churrasco o Gardel fez uma bela homenagem ao maior de todos os ciclistas de Paraíba do Sul, e eu como assessor de imprensa do Grupo disse algumas palavras enaltecendo a Vida do Sr. Adevanir e de todos os Ciclistas, pela nossa grande conquista.
Foi realmente uma noite festiva e que fechou com chave de ouro nossa Vitória.
Creio que para muitos ir a Aparecida será um marco eterno em sua vida....
Como diz um trecho de uma grande canção “o importante e que emoções eu vivi”

Obrigado a Todos.

Leonardo da Fonseca Barros.

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